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Simplesmente não podia deixar passar este dia sem colocar mais um alerta, mais um aviso à consciência, para o bem de cada um e de todos nós.
E que tal se cada um de nós alterasse de lâmpadas incandescentes que temos em casa para as lâmpadas de baixo consumo? o que é que aconteceria? Mais importante de tudo pouparia nas emissões de CO2 uma quantidade de 20 Kg por ano/lâmpada, para alêm de poupar na carteira é claro. Pois assim sendo o que é que leva algumas pessoas a não agirem?!

  • Falta de informação ?
  • Custo das lâmpadas fluorescentes ?
  • Comodismo ?

E para ti? qual é a tua razão?

 

Retirado do blog Ser Vegetariana, que agora é o blog Verdurinhas, Receitinhas e Afins . Visitem-no, que apesar de estar há algum tempo sem actualização, tem algumas receitas bastante interessantes que vos podem ajudar a iniciar uma dieta mais saudável! ;)

Será que as minhas razões são válidas??

Há um mês que penso tornar-me vegetariana, melhor dizendo, ovo-lacto-vegetariana. Mas diversas vezes vejo-me a rever as razões que levaram-me a pensar em tal possibilidade, e penso também se as minhas razões são válidas ou isto é apenas mais um capricho meu.

 

Aqui deixo a pergunta que me faço todos os dias:

Como é que EU posso tornar-me vegetariana?

 

Vocês respondem-me com toda a naturalidade, e talvez com um “dahh!!!” mas a maioria irá responder algo do género: “deixa de comer carne e peixe e tudo o que seja de origem animal”. Têm toda a razão, mas quando fiz esta pergunta não era nesse sentido, no sentido de “de que maneira?” foi mais “como é que com a minha maneira de pensar posso sequer pensar em seguir uma alimentação desse tipo?”. Eu até posso levar uma alimentação assim, mas penso que vou estar sempre a trair (talvez) o “espírito vegetariano”.

 

Na verdade eu não sinto remorsos pela morte de animais, quer dizer aqueles que apenas vivem para um dia servirem-nos de alimento. Desculpem dizer isto mas é o que sinto. Na verdade nem sinto grandes remorsos de comê-los. Não sinto, desculpem-me mais uma vez.

 

Na área em que estudo, usamos o sacrifício de muitos animais para diversos estudos científicos, estudos que um dia um humano irá privilegiar. Mas ninguém pensa nisso sob essa forma. Tudo, ou quase tudo, o que tomamos ou que comemos, passou por estudos toxicológicos, e outros, em animais. Por vezes penso que isto é algo que nunca irá terminar, é o futuro… algo que não conseguimos travar, nem com movimentos, nem com manifestações… nada.

 

Para mim, o motivo “saúde” é bem mais importante do que os sentimentos pelos animais que comemos. Bem… se pensar que para a criação de animais se destroiem florestas e estraga-se possíveis terrenos que podiam ser cultivados, deste ponto de vista também faz sentido tornar-me vegetariana. O motivo saúde parece-me mais coerente, porque sei o que dão aos animais para eles se desenvolverem em tempo “record”. Sei o cocktail de drogas e outras substâncias que a longo prazo destroiem-nos por dentro. Esse será provavelmente o motivo que me levará a seguir uma dieta ovo-lacto-vegetariana.

 

Penso que serei capaz de passar bem sem bifes, peixe e outras carnes. Hoje em dia nem aprecio muito. Passo bem sem isto tudo. E há tantas outras escolhas para se comer, sem ser carne ou peixe. Provavelmente vou demorar algum tempo a tornar-me completamente, mas sei que vou ser capaz.

 

A minha vida irá mudar, provavelmente para melhor, e um dia irei gostar de mim e irei sentir-me bem com o meu “eu”. Não vou tentar converter ninguém, não tenho intenção disso, cada um é livre de comer o que quiser, mas se me perguntarem irei dar as minhas razões, que me parecem válidas.

 

Deste modo acho que não estarei a trair o espírito vegetariano, talvez irei ofender alguns e levar um olhar de lado de outros mas, para mim, são razões… as MINHAS razões, e desde que eu me sinta bem com elas, e esteja de consciência tranquila, penso que ficarei bem. Porque não faço isto por ninguém mas apenas por mim, e é comigo que terei de me sentir bem, não tenho de agradar a ninguém. Sinceramente não penso que irei levar muitos aplausos, mas… é a vida nem sempre pode-se sair vencedora.

No seguimento do tema de ontem deixamo-vos aqui algumas dicas, como em vossa casa, podem começar, já hoje a alterar o rumo do nosso planeta!

Combate às alterações climáticas

Boas práticas:

  • Ar condicionado com a potência adequada;
  • Abrir o frigorífico apenas as vezes necessárias;
  • Usar lâmpadas económicas;
  • Ter janelas com vidros duplos para conservar o calor ao máximo;
  • Separar o lixo;
  • Ir para o emprego de transportes públicos;
  • Desligar o computador e impressora diariamente;
  • Desligar da corrente os aparelhos como: televisão, aparelhagem etc., uma vez que estes mesmo em repouso asseguram gastos mínimos quando não estão desligados da corrente;
  • Fazer uma condução regrada sem grandes acelerações e travagens.

Fonte: Portal Ambiente & Saúde

 

Pode ler mais sobre o que se pode fazer para travar o aquecimento global, no site da Fundação David Suzuki (inglês)

Biodiversity and Climate Changee o que é a biodiversidade? trata-se simplesmente da diversidade da vida, ou seja, inclui a variedade genética de organismos vivos, flora, fauna, fungos macroscópicos e microorganismos e a variedade de comunidades, habitats e eco-sistemas formados pelos organismos.

O tema deste ano será “Biodiversidade e alterações climáticas”. Sendo este particularmente apropriado uma vez que tanto se tem falado das alterações climatéricas e uma coisa é certa, as alterações no clima afectam-nos a todos!

Bom, e para aquelas pessoas que ainda se questionam como é que estas alterações lhes afectam, a NewScientist deste mês de Maio escreveu um artigo intitulado: “The 7 biggest myths about climate change” do qual vou apenas extrair algumas partes para complementar como é que as alterações nos afectam. No entanto se preferirem também podem ler o artigo completo.

“HOW will climate warming affect you? It depends on where you live, how long you live, what you do for a living and for recreation - and whether you care about the future of your children, or humanity in general.

In cooler regions the benefits could outweigh the downsides, depending on your point of view. Overall, agricultural yields could increase at first. Some regions will suffer, however, and soon: Africa will fare worst, with yields predicted to halve in some countries as early as 2020.

Things will become increasingly dire as temperatures climb to 3 °C above present levels, which could happen long before the end of the century in the worst-case scenario. Agricultural yields will fall in most parts of the world. Millions will be at risk from coastal flooding. Heatwaves, droughts, floods and wildfires will take an ever heavier toll.

There are two factors to bear in mind when thinking about the outcomes of warming. Firstly, even countries that escape the worst direct effects will feel the economic and political fallout from what happens elsewhere. Secondly, there is a time lag between a rise in greenhouse gases and their full effect on climate. Even if CO2 levels were stabilised tomorrow, the world would continue to warm for decades.

The longer we delay effective action, the harder it will be to prevent catastrophic climate change. “

Espero que tenha ficado claro o quanto e como nos afecta!

E se mesmo assim ainda precisas de mais esclarecimentos, aproveita para ver hoje na AlterEco o filmeAn Inconvenient Truth“.

+ Info: Instituto de Conservação da Natureza; Biodiversity Hotspots; Panorama da Biodiversidade Global v.2 (br); Convention on Biological Diversity.

Como foi aqui discutido no sábado, o primeiro passo para começar a reciclar é separar os materiais. Mas depois de os separar? Onde os colocamos?

No Ecoponto, claro!! Se ainda não sabe onde é o Ecoponto mais perto de si, descubra-o em O meu Ecoponto.

Hoje apeteceu-me falar de Reciclagem! Sendo este um tema tão debatido, às vezes parece que ainda é uma espécie de tabú em muitas casas e que ainda há muita gente que não sabe muito bem o que fazer no que toca à reciclagem.

Discutam connosco as vossas experiencias sobre a reciclagem, se já fazem a separação dos materiais e se tem sido fácil achar, pela cidade, locais (ecopontos) onde colocar esses mesmos materiais.

Para quem ainda não o faz, nunca é tarde para começar e aqui ficam uns links que vos podem orientar! ;)

Os três “R” - http://www.ambientesaude.pt/index.php?page=356
As cores da reciclagem - http://www.pontoverde.pt

Falem connosco para saber-mos o que já fazem para ajudar a que, no futuro, o nosso Mundo seja um Mundo melhor!

Ponto de encontro

Nesta casa nasceu o poeta Mário Pires Gomes Beirão (n. 1890, m. 1965)

Mário Beirão estreou-se aos vinte e um anos com o poema “As Queimadas” na revista A Águia (nº4, de 15 de Janeiro de 1911). Com a publicação do livro O Último Lusíada (1913), revelou-se desde logo um poeta de grande qualidade e originalidade. A sua obra insere-se na corrente literária e filosófica do saudosismo, veiculada pela mesma revista. Ao livro de estreia seguiram-se outras obras incluindo um livro de viagens em prosa e verso, intitulado Oiro e Cinza (1946). Na sua obra cantou a paisagem e as gentes do Alentejo, com o mesmo fascínio telúrico que encontraremos mais tarde em Miguel Torga, embora de forma diversa, dando particular atenção a questões metafísicas.

Fontes: Projecto Vercial e História da Literatura Portuguesa

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